INTRODUÇÃO
Como
toda e qualquer tecnologia nova, o DVD incorporou
novas siglas em nosso dia-a-dia. Em 1995, um consórcio
formado pelas empresas Toshiba, Matsushita, Sony,
Philips, Time Warner, Pioneer, JVC, Hitachi e a Mitsubishi
anunciou as especificações do que seria
um DVD. No ano seguinte, foram estabelecidos os acordos
de código de região e cópia de
proteção, e os primeiros aparelhos foram
vendidos no Japão. E, a partir de 1997, começou
oficialmente a “Era do DVD”, incluindo
os primeiros aparelhos vendidos no Brasil também.
O resto é conversa para boi dormir.
Por esta razão, resolvemos copilar tudo o que
é ‘estranho’ ou ‘alienígena’
neste espaço para vocês não terem
que procurar um psiquiatra, pelo menos neste momento.
Há desde dicas de como montar um home theater
até respostas para novos conceitos que ainda
não chegaram por aqui, mas que pipocam pela
internet e em revistas especializadas.
Grande parte do material foi retirado da Revista Vídeo,
Som & Cia, sem dúvida alguma, a melhor
publicação nacional especializada neste
mercado. Esta revista é mensal e pertence a
Editora Europa. Maiores detalhes dos assuntos aqui
abordados, confira numa banca mais perto de você!
Ou acesse o site www.europanet.com.br.
E bom divertimento!
Redação da DVD MAGAZINE.
Ver Mono
Índice
Ver Estéreo
Índice
Ver Relação
de Aspecto
Índice
Ver
Dolby Digital
Índice
Um sistema com 7.1 canais que consiste em duas caixas frontais,
uma central e quatro traseiras, ainda está
longe de virar um padrão, mas alguns receivers
já estão se preparando para este sistema.
Índice
O formato 8 milímetros possui boa capacidade de gravação,
chegando até 2 horas em velocidade padrão
(SP). Sua grande diferença e vantagem em relação
ao VHS está no melhor som e na imagem mais
definida, que pode chegar a 270 linhas de resolução.
Índice
A relação de aspecto
dos televisores com tela larga (widescreen) é
de aproximadamente 1,85:1 ou 16x9 unidades. DVDs otimizados
para 16x9 usam um processo anamórfico para
aumentar a resolução em televisores
com tela larga, e muitos aparelhos de DVD tiram proveito
desta informação "extra" também
em televisores convencionais 4:3.
Índice
Leia-se “Processador Interno Dolby Digital”. Dispensa
o uso de um decodificador Dolby Digital externo. Por
meio deste decodificador, o som é separado
em 5.1 canais. (Ver
Dolby Digital )
Índice
Sigla para "Audio-Video,"
termo genérico para equipamentos de home theater.
Índice
Sinais de áudio com frequência
superior a 3500 Hz. São reproduzidos pelas
caixas frontais, central e surrounds.
Índice
Aparelho que tem por função
amplificar sinais elétricos com nível
de linha recebidos das fontes ligadas e um pré-amplificador
ou processador, como DVD, CD, tape-deck, etc, até
as potências necessárias ao funcionamento
de um sistema de caiuxas acústicas. Pode ter
apenas um canal (mono), dois (estéreo) ou múltiplos
canais (Dolby Pro-Logic, Dolby Digital, DTS).
Índice
Amplificador
integrado
Integra em um único gabinete o pré-amplificador
ou processador de sinais e um amplificador estério
ou multicanais. Além dos terminais para caixas acústicas,
inclui todos os controles encontrados em um pré-amplificador
ou processador
separado, como graves, agudo, balanço, volume,
etc.
Índice
Se refere ao processo
convencional de projeção de filmes em telas largas.
Com lentes anamórficas a imagem é "espremida"
para o aspecto padrão 4:3 e depois é projetada por
outro conjunto de lentes anamórficas para o formato
"tela larga". Se você tem um televisor convencional,
você pode ver a imagem anamórfica colocando a saída
do seu aparelho de DVD em 16x9 e tocando um DVD otimizado
para 16x9. Ver também Relação de Aspecto.
Índice
Armor
Plated DVD Media
Em janeiro de
2003 a empresa TDK anunciou uma nova mídia
de DVD que promete uma qualidade muito superior
às atuais. Os tais discos foram apelidados
de Armor Plated. Além da qualidade, sugere
o texto da TDK que eles serão muito mais
seguros (100 vezes mais) quanto a arranhões,
troca de camada (a famosa pausa ou congelamento),
além da superior durabilidade infinita.
Índice
Defeitos de "quebra" na
imagem do DVD. Erro que faz com que a imagem fique
"quadriculada" ou dividida em blocos. Este
problema é fruto de uma masterização ruim. Ver também
Transferência.
Índice
Ativo
Caixa acústica
que já traz incorporado um circuito de amplificação.
A mais usual é o subwoofer.
Índice
AWG
Significa American
Wire Gauge, e é um padrão americano
para medir o diâmetro de um fio. Quanto maior
o AWG, menor é o diâmetro do fio. Enquanto
isto, a BITOLA é um fio que indica o seu
diâmetro e é medida em AWG. Quanto
maior a bitola do fio, menor é a resistência
à passagem de corrente elétrica.
Índice
Largura de faixa. Refere-se à faixa
de freqüências compreendida entre a mais baixa e a
mais alta capaz de ser transportada por um circuito
ou sinal.
Índice
Hoje este nome
caiu no esquecimento. Para quem viveu a década
de 80, lembra muito bem que era uma fita menor que
as VHS e capaz de ter qualidade de som e vídeo
melhor (segundo muitos fãs do sistema). Apesar
da popularidade nos anos 80, a marca Betamax surgiu
no ano de 1977, na fábrica da Sony no Japão.
Mas a concorrência (JVC, principalmente) criou
outro padrão, o VHS. Ocorre que a Sony restringiu
a liberação para outras empresas fabricarem
modelos do padrão Beta. Em 83 a Zenith deixa
de produzir Betas e inicia as suas séries
de VHS. No ano seguinte, outras parceiras da Sony
também fazem isso, Nec, Sanyo e Toshiba.
Mas em 88 uma decisão da própria Sony
marcou a extinção do Betamax. Eles
iriam fabricar videocassetes em VHS.
Índice
Caixa acústica com dois conjuntos
idênticos de alto-falantes colocados em lados opostos
do gabinete. Quando os cones dos falantes montados
em um dos lados se movimentam para dentro ou para
fora, o mesmo acontece com os cones dos falantes montados
em lado oposto. Em outras palavras, eles se movimentam
“em fase”. São muito utilizados em canais
de surround de um sistema de home teather. Ver também
Dipolar.
Índice
Corrente de bits (dados digitais),
geralmente codificada, e que deve ser processada ou
transmitida de um equipamento para outro em seqüência
e continuamente.
Índice
Proteção contra entrada e saída
de sinais a fim de evitar interferência. Em uma caixa
acústica, a blindagem destina-se a impedir que o magnetismo
gerado pelos imãs dos alto-falantes provoque manchas
ou altere as cores das imagens. Isso é feito através
de um invólucro metálico ao redor dos imãs, da montagem
do outro imã invertido ou de ambos os métodos, o que
permite que a caixa possa até ficar encostada na televisão.
Índice
Blue-Ray
Disc
Nove dos principais
fabricantes de DVD anunciaram que iriam juntar forças
para criar um novo disco gravável com as
dimensões de um DVD mas que permite reter
dados até seis vezes mais, devido ao uso
de uma nova tecnologia de escrita laser empregando
um raio violeta. O chamado então “Blue-Ray
Disc” permite a gravação, re-gravação
de mais de 27GB de dados em apenas um dos lados
num disco de 12 cm. As empresas envolvidas neste
projecto são a Hitachi Ltd., LG Electronics
Inc., Matsushita Electric Industrial Co., Ltd.,
Pioneer Corp., Royal Philips Electronics, Samsung
Electronics Co. Ltd., Sharp Corp., Sony Corp. e
a Thomson Multimedia. Este formato usa uma tecnologia
de compressão baseada no MPEG-2, tornando-a
altamente compatível com a gravação
vídeo atualmente usada. Falando em termos
mais concretos um DVD destes poderá levar
mais de duas horas de video digital de alta definição
e mais de 13 horas de vídeos com qualidade
normal. Quanto às velocidades de transferência,
a mínima será de 36Mbps, o que permitirá
uma qualidade de imagem e uma rapidez de gravação
sem precedentes. Estes discos serão protegidos
com um sistema de identificação único
tornando muito difíceis as cópias
piratas.
Índice
Em um alto-falante, a bobina está
ligada diretamente ao cone e é o elemento que transforma
os sinais elétricos recebidos do amplificador nos
movimento vibratórios que produzem os sons. Essa bobina
é um enrolamento de fio e fica localizada no interior
de um imã, onde se desloca para produzir vibrações.
As bobinas também estão presentes nos divisores de
freqüências, nos motores elétricos e nas cápsulas
magnéticas dos toca-discos analógicos.
Índice
Caixas acústicas de pequeno/médio
porte destinadas ao uso sobre pedestais ou colocadas
em estantes.
Índice
Cabos
e Conectores
Uma dúvida
muito comum em relação aos cabos é
se eles realmente influenciam na qualidade final
do sistema. E por mais incrível que possa
parecer, a resposta é sim. Veja a seguir
todos os cabos presentes em um Home Theater:
- Cabos
RF: são os cabos que fazem a ligação
do sinal da antena externa ou interna ao TV, receptores
de TV à cabo, ou mesmo ao videocassete. São
os cabos mais sujeitos a interferências externas.
Dê preferência aos modelos com conectores
especiais, banhados com ouro ou com blindagem externa.
- Cabos
RCA: são os que fazem interligações
de áudio e vídeo dos equipamentos,
através de conectores do tipo RCA. Por conduzirem
sinal de baixa intensidade, são mais sujeitos
a interferências externas. Prefira os modelos
blindados.
- Cabo
óptico: é a melhor opção
para transmissão do sinal de áudio
em longas distâncias. Como o sinal é
transmitido por uma fibra óptica, a perda
do sinal é praticamente nula. O único
problema, é que na conversão do sinal
digital em luz, podem ocorrer perdas de informação.
- Cabos
de vídeo componente: apesar de ser
possível a utilização de 3
cabos do tipo RCA, os cabos comercializados especificamente
para a conexão de vídeo componente
apresentam melhor qualidade.
- Cabos
A/V: são os mesmos cabos RCA, mas
agrupados em 3 vias, com 3 conectores RCA para ligação
de áudio esquerdo, direito e vídeo.
Ideais para conexão dos sinais de áudio
estéreo e vídeo do DVD Player ao receiver
ou mini system. A conexão pode ser feita
por 3 cabos RCA separados.
- Cabos
de áudio coaxial: assim como os
cabos ópticos, são utilizados para
a transmissão do sinal de áudio digital.
São a melhor opção para conectar
o DVD player ao receiver, pois neste tipo de conexão
o sinal digital é transmitido sem ser alterado.
Por esse motivo, é melhor optar pelo cabo
coaxial, já que a maioria dos aparelhos apresentam
as duas opções para a conexão
do sinal de áudio digital.
- Cabos
S-Vídeo: estes cabos apresentam
um conector do tipo MINI DIN de 4 conectores, por
onde são transmitidos os sinais de luminância
e crominância. Na ausência do sinal
de vídeo componente, é a melhor opção
para a conexão do sinal de vídeo.
- Cabos
para a conexão de caixas acústicas:
por transportarem correntes mais elevadas e por
serem normalmente mais longos, são os mais
sujeitos a perdas no sistema. Caso o seu equipamento
já traga os cabos para conexão das
caixas, você poderá utilizá-los
com segurança.
Índice
A maioria dos
home theaters são equipados com processadores
que ampliam os sistemas de áudio em canais,
correspondendo, em caixas. Confiras quais sãos
elas:
- Caixa
central: é a caixa responsável
pela reprodução dos diálogos.
Por este motivo, o melhor posicionamento é
sob ou sobre a TV, ou próximo à tela,
criando a impressão de que as falas vêm
diretamente da imagem.
- Caixa
subwoofer: responsável pela reprodução
dos sons graves, principalmente dando ênfase
aos efeitos sonoros. Pode ser posicionado em qualquer
local da sala, na frente ou atrás. O ideal
é posicioná-lo à frente, entre
as caixas esquerda e direita. Mas deve ser posicionado
diretamente no chão, evitando ser colocado
dentro de móveis ou prateleiras.
- Caixas
frontais: são elas que geralmente
reproduzem a trilha sonora do filme. Elas não
devem estar posicionadas muito próximas entre
si. Representadas por duas, esquerda e direita.
- Caixas
traseiras: também chamadas de surrounds,
devem ser posicionadas atrás do sofá.
O ideal é colocá-las a uma altura
um pouco acima dos ouvidos do telespectador. Devem
ser dispostas na mesma linhas das caixas frontais
e direcionadas para frente.
- Caixas
traseira central: nos sistemas DD EX e
DTS ES, o canal central traseiro deve ser posicionado
na mesma direção do canal central
frontal.
Índice
Um design de caixa acústica que
se utiliza de um buraco na frente para obter um melhor
efeito acústico. Quase todas as caixas de qualidade
possuem a "porta" frontal". Se suas
caixas não possuem a porta, elas são chamadas de "seladas".
Índice
Caixas compactas que costumam acompanhar
os sistemas de home-teather-in-a-box. Reproduzem os agudos,
médios e graves altos, ficando com os graves baixos
a cargo de uma caixa acústica separada (subwoofer
ou módulos de graves).
Índice
CD-i
Os DVD Players atuais não rodam CD-i ainda,
embora a PHILIPS já tenha anunciado no exterior
sua intenção de lançar um CD
desse tipo. Na verdade, este formato foi um precursor
do VCD
Índice
CD+G
Quase todos os drives de DVD para computadores suportam
este formato. Já entre os aparelhos, apenas
alguns modelos internacionais. Este formato é
uma sigla para CD+Graphic, ou seja, um formato que
grava arquivos de PC em formatos como bitmap e wave.
Índice
CD-R
Serve para gravar áudio, vídeo e dados
de computador. O único problema desta mídia
é que ela grava uma única vez, não
podendo ser gravada de novo.
Índice
CD-RW
Da mesma forma que o CD-R, grava áudio, vídeo
e dados. As únicas diferenças estão
no fato de a mídia poder ser regravada e
custar mais caro.
Índice
CD-R
e CD-RW
Para que o DVD Player seja compatível com
CD-R e CD-RW é necessário que o leitor
óptico trabalhe com feixes de laser diferentes.
Isso se deve ao fato desses tipos de mídia
apresentarem um índice de reflexão
inferior aos dos CDs comuns. Por isto não
adianta rodar VCD ou SVCD gravados de computador
e não ser compatível com estas mídias
graváveis. Novos aparelhos já suportam
estas mídias pois trabalham com laser capaz
de fazer a leitura delas utilizando comprimentos
de onda diferentes.
Índice
CD
com fotos
Um dos recursos mais recentes apresentados pelos
aparelhos de DVD é a possibilidade de reproduzir
CDs com fotos digitais. Com este recurso, seu aparelho
se transforma num verdadeiro slide digital. Existem
basicamente 2 padrões: os aparelhos capazes
de reproduzir fotos no formato JPEG (conhecido por
Foto CD) e os equipamentos capazes de reproduzir
fotos no formato PCD (Kodak Photo CD), recurso conhecido
por Kodak Picture CD.
Índice
Sigla para "consumer electronics"
(eletrônica para consumidor), padrão um pouco inferior
aos "profissionais".
Índice
Closed
Caption
Sistema utilizado em alguns discos
pelo qual se pode ler os diálogos e a descrição dos
ruídos presentes nas cenas. É obrigatório nos EUA,
por causa dos deficientes auditivos. Discos com esse
recurso vêm com a identificação "CC" na
embalagem.
Índice
CLV
(Constant Linear Velocity)
Os discos de leitura óptica podem
estar gravados nesta velocidade CLV (Velocidade Linear
Constante) ou na CAV (Velocidade Angular Constante).
O disco LD (disco laser) de áudio e vídeo emprega
a velocidade CAV para as tomadas de imagem parada.
A velocidade CLV oferece, porém, maior capacidade
de armazenamento de dados e maior tempo de reprodução.
Tanto o DVD quanto o CD são gravados no padrão CLV.
Índice
Muitas pessoas detestam, mas talvez
se não tivesse sido criado este sistema de regiões
provavelmente o DVD nunca teria nascido. Funciona
mais ou menos assim: Os estúdios de Hollywood não
lançam seus títulos ao mesmo tempo no mundo todo.
Enquanto um cidadão americano está curtindo o filme
em DVD que ele acabou de comprar, pode ser que o filme
nem tenha sido lançado nos cinemas em, digamos, Taiwan
ou Brasil. Para proteger os cronogramas de lançamentos
internacionais em DVD, que poderia engolir o lucro
das salas de cinema, os estúdios pediram que o mundo
fosse dividido em regiões, e títulos de uma região
só tocariam em aparelhos fabricados para aquela região.
A codificação regional protege ainda outros interesses
econômicos. A empresa que detém os direitos de comercialização
de um filme nos EUA, pode não ter os direitos de comercialização
no resto do mundo. O Titanic é um exemplo, é uma co-produção
entre a Paramount e a Fox, enquanto uma tem os direitos
nos EUA, a outra o comercializa no resto do mundo.
Com a globalização e a proliferação de lojas on-line,
o uso cada vez mais comum do idioma inglês, e a grande
oferta de títulos no mercado americano, muitos usuários
buscam títulos lá. Isto levou ao surgimento de aparelhos
de DVD "code-free", também chamados
de "região 0" (zero). Isto destrói o esquema
dos estúdios e pode não ser legal. Não temos comentários
adicionais. O mundo está dividido em 6 (seis) regiões,
representadas no mapa abaixo:

Índice
Comb filter
Circuito que separa os sinais de
crominância (cor) dos sinais de luminância (preto-e-branco).
O resultado dessa separação é a eliminação de interferências
do tipo dot
crawl e hanging
dots, que se manifestam sobre a imagem na forma
de bolinhas em movimento nos pontos de transição entre
cores diferentes. Com isso, a imagem ganha também
em resolução. A qualidade desses filtros varia desde
os mais simples (glass comb filter) até os mais sofisticados, utilizando tecnologia
digital (3D).
Índice
Combo
Na linguagem de
quem curte tecnologia, costuma ser a fusão
de um aparelho com outro. O DVD já está
presente junto com Mini System, com videocassete,
com TV, com gravador de CD e com som automotivo.
Índice
Sistema de vídeo forma do por três
sinais de cor separados (Y, Pb e Pr). Sua qualidade
de imagem está acima de vídeo composto e do S-vídeo.
Índice
Composite
Vídeo composto, onde os sinais de cromância e luminância estão combinados. A qualiade de vídeo
de uma conexão de vídeo composto, feita através de
um cabo com plugues RCA, é melhor que a de uma conexão
de RF (cabo F) e inferior a uma conexão S-vídeo.
Índice
Ver Mpeg.
Índice
Conexões
de Áudio
Basicamente, existem
3 tipos de conexão para o sinal de áudio
do DVD Player: o sinal analógico estéreo,
o sinal digital (óptico ou coaxial) e o sinal
de 5.1 canais analógico. O mais comum é
o sinal analógico estéreo, que utiliza
um par de cabos com conectores do tipo RCA.
Índic
Conexões
de Vídeo
O sinal de vídeo
gerado pelo DVD Player pode ser enviado a TV através
de 3 opções de conexões: vídeo
composto, S-Vídeo ou vídeo componente.
Para poder optar entre um desses tipos de conexão
é necessário que o aparelho de TV
também apresente estes tipos de conexões.
Índic
Tipo de terminal muito utilizado
nos DVD players que transporta o sinal através de
fibra óptica. É considerado mais seguro do que os
conectores normais (coaxias) por ser imune a interferências.
Índice
Circuito que promove o alinhamento
entre os raios vermelho, verde e azul produzidos pelo
tubo de imagem (CRT) e que compõem uma imagem colorida.
Quando estes raios estão desalinhados, as cores tendem
a ficar borradas.
Índice
Circuito que transforma um sinal
digital, composto dos algarismos 0 e 1, em um sinal
analógico capaz de ser ouvido através de caixas acústicas
ou visto em uma tela de TV.
Índice
Crossover
Um conceito engenhoso. Essencialmente
se refere para a transferência dos graves das caixas
frontais normais para o subwoofer. O crossover
deve ser ajustado de acordo com seu subwoofer
para se igualar à mais baixa freqüência reprodutível
pelas suas caixas frontais, normalmente por volta
de 80Hz. Entretanto, se suas caixas frontais conseguem
ir abaixo disto, derrube ainda mais o seu crossover,
porque uma freqüência mais alta no subwoofer
irá criar mais direcionalidade, e o sinal LFE não é para ser nada direcional. Veja
também LFE.
Índice
Sigla para "Cathode Ray
Tube" (tubo de raios catódicos). Ver televisor
de visão frontal.
Índice
A empresa Mattel,
uma das maiores do mercado de brinquedos americano,
em 1989 tentou lançar no mercado uma máquina
de jogos que utilizaria a tecnologia CVD. Entretanto,
a idéia foi por água abaixo e hoje
este padrão está quase morto.
Índice
Abreviatura para Dolby
Digital.
Índice
Embora não haja contato no Laserdisc
(nada encosta no disco em movimento, apenas um feixe
de laser), já foi mostrado que eles podem se deteriorar
com o tempo, geralmente por manuseio inadequado. Isto
é chamado em inglês de "laser rot". Embora
muito afirmem que isto não vá acontecer com o DVD,
simplesmente não houve tempo para se constatar que
sim ou não.
Índice
Retardo introduzido em um sinal
de áudio a fim de produzir determinados efeitos. Em
um processador Dolby Pro-Logic, serve para evitar
vazamentos para o canal traseiro de sons que deveriam
ser percebidos somente através das caixas frontais.
Outro exemplo de aplicação é fazer com que os sinais
de uma caixa acústica que esteja mais próxima da posição
de audição cheguem aproximadamente aos mesmo tempo
que os sinais de uma caixa mais distante.
Índice
Caixa acústica com dois conjuntos
idênticos de alto-falantes montados em lados opostos
do gabinete. Esses conjuntos trabalham fora de fase,
ou seja, quando os cones dos falantes montados em
um dos lados se movimentam para fora, os cones do
outro lado se movimentam para dentro. O resultado
é um som não direcional, considerado por muitos ideal
para os canais de surrond, especialmente na reprodução
do som de filmes.
Índice
Direct Stream Digital Audio
Ver DVD
Audio
Índice
Canal ou sinal totalmente separados
dos demais, como no caso dos sistemas Dolby Digital
e DTS.
Índice
Dispersão
Fenômeno pelo qual as ondas sonoras
se espalham pelo ambiente. Cada caixa acústica, dependendo
se seu projeto, possui características diferentes
de dispersão.
Índice
Forma de distorção que consistem
no acréscimo o de sobretons aos sons originais, o
que prejudica a pureza da reprodução.
Índice
Sigla da Digital Video Express,
uma variação de um esquema para aluguel inventado
pela Circuit City e um escritório de Advocacia de
Los Angeles. Consistia em um aparelho especial de
DVD que também leria discos Divx. Ao ler um disco
Divx, o aparelho (que ficava ligado também a uma linha
telefônica) discava para uma central de ligação gratuita
e debitava o valor do aluguel em sua conta. O DVD
ficava sempre com você, e cada vez que você usava,
pagava uma pequena taxa. O esquema foi duramente criticado
por usuários e não emplacou, ainda bem. A Divx parou
oficialmente de registrar novos clientes em 16 de
junho de 1999. Descanse em paz!
Índice
Som para teatros introduzido inicialmente
em 1991 pela Dolby Laboratories, melhorando o "Dolby
Stereo" anterior (também conhecido como Pro Logic).
Este sistema criou cinco canais discretos de som digital
(dois laterais dianteiros e um central dianteiro,
dois canais traseiros e um canal com baixa largura
de banda para geração de efeitos de baixa freqüência,
transmitidos por um ou mais subwoorfers). Por
causa destes cinco canais e mais o "quase um",
o Dolby Digital também é conhecido como "áudio
5.1", sendo o ".1" o canal de baixa
freqüência. Este sistema também é conhecido como "AC-3"
que é a abreviação de "Audio Code 3", o
nome que o sistema recebia no quartel-general da Dolby
enquanto era desenvolvido. A Dolby optou por não usar
este nome por achá-lo arcaico, e criou outro antes
que o sistema atingisse o público comum. Mas os viciados
em Home Theatre adoram usar este termo.
Índice
A atual geração de som Dolby para
teatros adicionou um canal traseiro central surround,
simplificando, um canal diretamente atrás de você,
ok? Este sistema foi inaugurado com Star Wars - Episódio
1 - A Ameaça Fantasma em maio de 1999. Este formato
provavelmente irá substituir o Dolby Digital atual, algumas vezes ele
é chamado de "Dolby EX", "DD 6.1 audio"
ou simplesmente "6.1". Não existem planos
nem anúncios de que este sistema vá chegar para o
consumidor doméstico tão cedo, então relaxe e continue
a pagar as prestações do equipamento que você possui
hoje. Os peritos em A/V dizem que será possível decodificar
6.1 para 5.1, mas isto ainda tem de ser demonstrado.
Índice
Diz-se de um receiver ou amplificador
que não tem processador DD interno, mas tem entradas
de áudio independentes para cada um dos cinco canais
de áudio. Precisa ser conectado a um DVD player com
decoder DD
e/ou DTS interno, para reproduzir sinal nesses sistemas.
O sinal correspondente ao subwoofer (LFE) deve então
ser amplificado por um subwoofer ativo (com amplificador
interno).
Índice
Empresa de altíssima tecnologia
na área de áudio. Tem uma longa história de melhorias
e aperfeiçoamentos em áudio, muitas histórias nem
tem a ver com DVD, como no caso do famoso sistema
de redução de ruídos usado para diminuir o chiado
em fitas cassette. A Dolby tem se estabelecido como
líder em som para filmes há várias décadas, e o código
de áudio "Dolby Digital" é padrão tanto
para DVD como para HDTV (High Definition Television).
Índice
A segunda geração de Dolby Stereo
nos teatros adicionou um canal central à mixagem para
se ancorar o diálogo à tela. Um melhoramento em áudio
para imagens, mas ainda se apoiava em um mix de dois
canais com uma banda limitada para os canais surround.
Quando chegou aos amplificadores domésticos, no início
dos anos 90, foi batizado de "Dolby Pro Logic",
mas na verdade nunca recebeu esse nome nos teatros.
Índice
O padrão original da Dolby para
som em teatros baseava-se em dois canais frontais
e dois canais traseiros "surround" com banda
limitada (o canal central ainda não tinha aparecido)
codificados e matrizados junto à trilha estéreo. Nos
teatros era chamado de "Dolby Stereo", quando
apareceu nos primeiros amplificadores domésticos passou
a se chamar "Dolby Surround", nos anos 80.
Índice
Dolby x Dolby
|
|
Dolby Digital (AC-3) |
Dolby
Pro Logic |
|
Número de Canais Gravados |
5.1 canais (máximo) |
2 canais |
|
Número de Canais Reproduzidos |
5.1 canais (máximo) |
4 canais |
|
Estrutura dos Canais |
Frontal direito e esquerdo, central,
traseiro direito e esquerdo e sub-woofer. |
Frontal
direito e esquerdo, central, traseiros. |
|
Processameno do Som |
Digital Discreto |
Matriz Analógica |
|
Frequência máxima do canal traseiro
(suuround) |
20,000 Hz |
7,000 Hz |
|
Outros |
6
canais completamente independentes
Alta
faixa dinâmica (20 a 20,000Hz)
Estável
e sem distorções |
|
Índice
Elemento de um alto-falante responsável
direto pela produção dos sons. No caso de um falante
convencional, esse elemento é o cone. É também o termo
que algumas pessoas usam erroneamente para caracterizar
alto-falante completo.
Índice
DTS
Sigla para "Digital Theatre
Systems", um sistema de áudio multi-canais discretos
para filmes em teatros. Chegando logo depois do Dolby
Digital, o DTS, embora não seja o padrão de vídeo
para DVD (este título pertence ao Dolby Digital),
entrou no mercado com discos DTS áudio, filmes DTS
em DVD, e chips de decodificação DTS em muitos players
e receivers. Alguns dizem que DTS é melhor que Dolby
Digital, outros dizem que é apenas mais alto, ou que
apenas tem muitos graves na mixagem.
Índice
Dupla Camada (Dual-layer)
Ver RSDL
Índice
Sigla que inicialmente significava
"Digital Video Disc", com o surgimento dos
drives de DVD-ROM e software distribuído nesta mídia,
passou a se chamar "Digital Versatile Disc"
ou em tupiniquês, "Disco Versátil Digital".
As definições técnicas para discos
DVD são as seguintes:
- DVD-5 (SS-SL - 4.7Gb): O tipo
mais comum de DVD, simples-face e única camada (single-sided
/ single-layered), oferece aproximadamente duas
horas de conteúdo. Perfeito para a maioria dos filmes.
Os discos DVD-5 tem uma coloração prateada.
- DVD-9 (SS-DL - 8.5Gb): Normalmente
chamado de "dupla-camada reverso-espiral"
(RSDL - reverse-spiral dual-layer),
ele permite que se coloque um pouco menos do que 4
horas em apenas um lado do disco com uma breve (às
vezes imperceptível) mudança de camada. Às vezes este
formato também é usado para filmes com menos de duas
horas, gravando-se tanto a versão "tela cheia"
quanto a widescreen do mesmo lado do disco
e permitindo-se a escolha da versão através do menu
do DVD. Os discos DVD-9 são identificados pela sua
coloração dourada. Veja também RSDL.
- DVD-10 (DS-SL - 9.4Gb): Conhecido
nos EUA como "flipper", pois você
tem que virá-lo (flip) para assistir a continuação
do filme. Este formato está caindo em desuso com a
introdução do DVD-9. O formato DVD-10 oferece 2 horas
de cada lado. Flippers verdadeiros (com metade
do filme de cada lado) já não são produzidos, mas
às vezes as produtoras usam este formato para colocar
de um lado a versão widescreen do filme e do
outro a versão "tela cheia". Como os discos
DVD-5, os discos DVD-10 também têm uma coloração prateada,
mas dos dois lados.
- DVD-14 ( DS-ML - 13.24Gb): Este
é um DVD misto. De um lado RSDL
e de outro normal.
- DVD-18 (DS-DL - 17Gb): Uma nova
geração de DVDs que como os DVD-9 são "flippers",
mas eles usam tecnologia RSDL em ambos
os lados permitindo um total de oito horas de conteúdo
num único disco. Como os DVD-9, os DVD-18 também têm
uma coloração dourada, só que em ambos os lados.
Índice
DVD
Audio
Formato recém adotado de DVD audio
não diz respeito a filmes ou a qualquer outro material
em vídeo, mas à programação de áudio (com vídeo clips
em DD 5.1 como um recurso opcional). A maioria dos
atuais DVD players não dão suporte para o padrão de
DVD áudio (baseado em tecnologia "Meridian Lossless
Packaging" em seis canais), portanto podem esperar
uma nova geração de player que dão suporte a ambos
os formatos durante o ano 2000. O Super Audio CD,
um novo formato da Sony e da Phillips (baseado na
tecnologia "Direct Stream Digital Audio",
da Sony), luta com o DVD Audio para se tornar o novo
padrão para som digital de alta resolução, mas os
peritos acreditam que nem o DVD-A nem o SACD trarão
grandes melhorias sobre o formato PCM padrão, usado
nos atuais CDs, e estes formatos não vão substituir
o PCM por um bom tempo - embora o DVD Audio irá oferecer
formato surround multi-canal. Ver também PCM.
Índice
Refere-se a DVDs que contenham informação
em vídeo, como os filmes e concertos musicais.
Índice
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Característica |
DVD |
CD |
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Diâmetro do disco (mm) |
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